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Pesquisadores revelam segredos científicos para ritmos no topo das paradas dos maiores sucessos de EDM do Spotify


A maioria dos artistas diria que dificilmente existe uma fórmula para um hit número 1. Mas e se você pudesse aumentar essas chances, mesmo que marginalmente?

Num estudo exploratório que funde os mundos da música e da academia, a Universidade de Oslo revelou insights fascinantes sobre as complexidades por trás de alguns dos maiores sucessos de streaming da música eletrônica de dança. A pergunta levou os pesquisadores a entrevistar alguns dos artistas de melhor desempenho no Spotify para desmistificar sua vantagem criativa.

No centro deste estudo está o conceito de nuances microrrítmicas. Veja o remix de sucesso de Seeb de “I Took A Pill In Ibiza”, de Mike Posner, lançado em 2015. Ao elaborar a faixa, a dupla descobriu que um swing entre 22% e 40% criava o ritmo mais envolvente. A técnica muda ligeiramente as batidas de uma grade rígida, introduzindo uma sensação de nuance ao groove que é quase imperceptível, embora possa ser poderosamente envolvente.

“Se você mudar o ritmo apenas um pouco, pode ser tão mínimo que não percebemos isso como uma diferença no tempo, mas experimentamos isso como uma mudança no som”. explicadoProfessor Ragnhild Brovig. “Em alguns casos, a modificação do som pode ser ouvida como uma mudança de ritmo.”

Os cientistas também concluíram que sobrepor os sons de maneira competente também pode levar a um grande sucesso no mundo do streaming. A sobreposição de diferentes elementos percussivos, por exemplo, pode distorcer o senso típico de percepção rítmica, levando a um ouvinte mais engajado.

Embora as gravadoras convencionais específicas de gênero geralmente incentivem os ouvintes de música eletrônica a pensar e perceber dentro de estruturas específicas, as descobertas da Universidade de Oslo sugerem que talvez haja um benefício líquido em sair dos limites como produtor.

Você pode ler o estudo completo, “A Grid in Flux: Sound and Timing in Electronic Dance Music”, aqui.

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